Quinta parte do capítulo “O presente”
Mais uma parte que inclui várias curiosidades, agora sobre cinema. Gostei muito da forma como o autor relacionou os filmes com a capacidade de processamento da nossa visão, ficou uma explicação bem lúdica e simples. E a cada parte que leio, sinto que os conceitos vão sendo explicados de uma forma que já me parece mais fácil. Talvez eu esteja mais familiarizada com o assunto e com os conceitos básicos do tempo, mas é uma sensação de que agora a leitura está avançando mais naturalmente.
Não me considero claustrofóbica, mas 45 minutos em uma máquina de ressonância magnética não é uma experiência para a qual eu gostaria de me voluntariar. Também não me voluntaria para o experimento de queda livre. Parece que todos os experimentos para entender sobre o tempo e a percepção dele envolvem coisas desagradáveis: são exercícios repetitivos, não muito interessantes e que impactam em alguma fobia.
Eu sempre fico surpresa quando falam a conclusão dos estudos, porque fico na dúvida de como que chegaram nela. Sei que o autor fala tudo de forma bem resumida e devem existir evidências que embasam bastante as conclusões, mas algumas são surpreendentes devido à simplicidade da explicação do experimento.
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