Olá,
Na edição de hoje, eu falo sobre dois temas importantes para praticamente todas as pessoas: trabalho e dinheiro.
Também são temas que andei discutindo muito nas últimas semanas. Por isso, acho que faz muito sentido trazer esse tipo de assunto na newsletter nesse momento.
Boa leitura!
Abraço,
Ingrid Machado
Nesta edição
🎯 Tema da edição: Dia de trabalho ideal
🪴 Organização pessoal: Começando a investir
📖 Aprendizado contínuo
📄 Notas quinzenais
📚 Lista de leitura
💻 Últimos posts do blog
🎯 Tema da edição: Dia de trabalho ideal
Seção para falar sobre o tópico principal da edição.
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Estava assistindo a um vídeo no YouTube que fala sobre temas atuais do mercado de trabalho nos Estados Unidos e um fenômeno comum por lá: o tal dos bullshit jobs. Em resumo, são empregos em que os próprios empregados não conseguem justificar a existência deles, causando um impacto psicológico em quem trabalha nesse tipo de função.
Pensando numa realidade do Brasil, não acho que vi tantos empregos nesse mesmo nível. Até porque o mercado de trabalho dos Estados Unidos possui disfunções que eu não acho que se sustentariam por aqui. Mas fiquei pensativa sobre o quanto eu tento manter o meu trabalho relevante e necessário dentro da empresa em que trabalho.
No meu caso, eu sei que preciso ter algo relevante para fazer para me sentir minimamente confortável dentro da minha função. Eu já fui colocada “de castigo” no passado e posso dizer em primeira mão que é torturante chegar para trabalhar, ser instruída a não fazer nada até segunda ordem e ter que passar o dia inventando coisa para se distrair. E a sensação é horrível mesmo que o salário caia na conta sem atraso e sem desconto.
Como já falei na edição sobre motivação, nós temos 3 necessidades psicológicas básicas que precisam ser atendidas para que a gente se mantenha motivado:
Autonomia
Competência
Relacionamento
Ter essas 3 necessidades equilibradas nos permite manter a motivação e não sentir que o trabalho é um fardo na nossa vida, mas sim apenas uma parte dela. Ou seja, se você trabalha sem autonomia, sem ter a competência suficiente ou sem se relacionar com as outras pessoas, você provavelmente vai se sentir péssimo no trabalho, mesmo recebendo o seu salário todo mês.
Existem outros aspectos que podem influenciar a sua motivação e explico melhor nessa edição da newsletter. Na edição de hoje, quero focar no que pensei a partir do vídeo e compartilhar o que faço para ter um dia de trabalho ideal. Sei que por ser liderança eu tenho um pouco mais de flexibilidade na minha agenda, já que eu sou a responsável por marcar a maioria das agendas, mas acho que é válido compartilhar esses pontos independentemente do contexto.
Autonomia
Pensando em autonomia, o meu dia de trabalho ideal começa quando eu consigo ter tempo para avaliar todas as minhas pendências e organizar como elas vão ser resolvidas. Seja delegando, executando eu mesma ou agendando para depois, conseguir entender como o meu dia vai ser já me deixa tranquila sabendo que vou conseguir dar conta de tudo.
É importante deixar claro que esse planejamento só funciona quando eu tenho responsabilidades bem definidas. Esse é um trabalho contínuo feito junto da minha liderança, que me ajuda a atender as expectativas sem correrias. Ter noção do que é mais importante, do que possui data de entrega, das metas que preciso bater e dos acordos que preciso cumprir é o mínimo que eu preciso para poder trabalhar com autonomia, segura de que estou fazendo o esperado.
Competência
Ciente do que eu preciso fazer, também é importante eu ter conhecimento suficiente para conseguir executar as minhas demandas. Felizmente, consigo encaixar momentos de estudo durante a semana para estudar o que ainda acho que não sei o suficiente. As expectativas do meu papel mudaram um pouco desde quando iniciei onde estou agora e estudo para conseguir atender às mudanças.
Sentir que tenho a capacidade de entender os desafios que chegam até mim, de responder às dúvidas e de resolver os problemas é uma sensação importante de se manter ao longo prazo. Receber apenas demandas aquém ou além da nossa capacidade pode ser muito frustrante e é bom equilibrar os desafios e se manter aberto a estudar o que ainda precisa aprender.
Relacionamento
Uma coisa que pensei a respeito recentemente é o quanto é importante ter um bom trânsito com as pessoas dentro do trabalho. Não apenas no sentido de conseguir fazer o trabalho juntos, mas também de conseguir conversar sobre assuntos aleatórios, conhecer mais sobre as pessoas que trabalham comigo e manter um relacionamento bom o suficiente para que eu não precise ter receio de falar com ninguém para executar as demandas do dia a dia.
Trabalhar em um ambiente em que procurar as pessoas vira um fardo e qualquer interação necessita de uma preparação prévia para não gerar problemas do nada é bem extenuante e impacta e muito na percepção da qualidade do trabalho.
O dia de trabalho ideal
Levando em consideração tudo o que falei até aqui, considero como o dia de trabalho ideal um dia em que consigo ter o seguinte:
Planejar o meu dia assim que inicio o trabalho
Ter reuniões de trabalho que abordem tópicos importantes para o andamento das demandas, com plano de ação claro para os participantes
Ter momentos de foco durante o dia para executar as tarefas sob minha responsabilidade
Ter intervalos para descanso
Ter um momento para estudar
Fechar o dia registrando os avanços e o que ficou pendente para o dia seguinte
Pode parecer que estou querendo demais ou que talvez seja impossível ter isso todos os dias. Realmente, não são todos os dias que eu consigo ter todos esses itens que me mantém motivada. Mas, quando tenho ciência do que é importante para mim, fica muito fácil avaliar o que está me desmotivando e o que eu preciso ajustar para retomar uma rotina saudável.
Dependendo do momento do ano, da proximidade dos prazos ou das urgências que aparecem, pode ser que eu tenha um tempo prolongado sem o que preciso para me manter centrada. Mas é importante entender que é algo temporário e fazer um trabalho de organização para quando as coisas voltarem ao normal.
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Esse tema surgiu porque tenho passado por esse momento de reorganizar a minha agenda e rever o que preciso para me manter motivada depois de entregas que tomaram muito da minha energia. Como tenho como meta de carreira para esse ano ter uma separação clara entre vida pessoal e profissional, acredito que esse vai ser um tema recorrente para compartilhar.
Eu espero que ter compartilhado sobre isso te ajude a pensar a respeito do quanto você se sente motivado no trabalho e o que poderia mudar para melhorar essa situação. Sei que tenho uma relação com o meu trabalho que não é igual à que muitas pessoas têm, mas eu acho que é importante que todos tenham o mínimo de satisfação durante o expediente, mesmo que não goste tanto do que faz.
Fica aqui a sugestão de entender o que falta ser atendido para que a sua motivação aumente e pensar no que você tinha disponível nos momentos em que se sentiu mais motivado e feliz dentro do trabalho.
🪴 Organização pessoal: Começando a investir
Seção para reforçar o meu compromisso de manter a minha própria organização.
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Eu estou com hiperfoco em assuntos financeiros nesse momento. Por isso, comecei a escrever alguns textos sobre o assunto e pretendo compartilhar aqui na seção nas próximas edições.
Primeiro é importante deixar claro que eu não estou fazendo recomendações de investimentos. Estou apenas compartilhando sobre a minha experiência pessoal e sobre a minha relação com dinheiro. Também é importante sinalizar que eu acompanho frequentemente o r/investimentos e muito do que faço hoje é guiado pelo material para iniciantes e pelas discussões que eu vejo instruindo novos investidores.
Meu histórico com dinheiro
Desde o meu primeiro salário, eu sempre quis juntar dinheiro para ter uma segurança financeira. Porém, eu nunca consegui me organizar para concluir esse objetivo. Saber que precisa ter dinheiro sobrando para emergências não necessariamente significa que esse dinheiro vai ser guardado. A vida acontece, a vontade de adquirir novas coisas conforme o salário cresce vai crescendo na mesma proporção e a sensação de segurança nos faz pensar que nunca vamos perder a nossa fonte de renda.
Tudo é muito seguro e tranquilo até que alguma emergência acontece e a gente percebe o quanto não ter pensado no futuro pode causar problemas. Eventos como a pandemia e até mesmo alguém doente na família mostram como problemas em diferentes escalas podem ser resolvidos com dinheiro. Se você tem dinheiro guardado, a preocupação é resolver o problema. Se você não tem uma reserva, a preocupação principal se torna conseguir o dinheiro.
Outro problema que eu precisei lidar foi o uso do cartão de crédito. Mesmo colocando limites de gastos, o uso do cartão para compras parceladas me fez ultrapassar esse limite em vários momentos. Numa conta rápida, aquela parcela de R$ 50,00 parece não fazer diferença. Mas, quando uma parcela pequena estava junto de outras parcelas pequenas na fatura, eu chegava a pegar uma calculadora para ter certeza que o banco não estava se enganando no valor cobrado.
Depois de passar por algumas situações que sempre me fizeram ficar com raiva da Ingrid do passado, eu decidi que não deixaria a Ingrid do futuro com raiva de mim.
Meu perfil de investimento
Alguns bancos não deixam que você faça investimentos sem responder a um questionário para descobrir o seu perfil de investimentos. Se você é iniciante isso é ótimo, porque investir em algo que não está alinhado ao seu perfil pode ser pior do que não investir.
No meu caso, eu tenho um perfil conversador. Ou seja, eu não fico confortável em aportar dinheiro em produtos que possuem risco alto. Sempre que eu penso em um investimento, eu escolho produtos de risco baixo e que não me farão perder nenhum valor investido. Eu sei que existe um risco em qualquer investimento, mas eu não procuro riscos maiores ativamente.
Tudo o que já compartilhei sobre dinheiro reflete esse perfil e provavelmente não vou mudar os produtos que escolho por realmente não ter a calma necessária para aumentar o risco.
Caminho que percorri até aqui
O meu primeiro passo foi criar uma reserva de emergência. O processo foi bem simples: eu defini o meu valor base de gastos mensais e para quantos meses essa reserva seria equivalente. O que eu tenho hoje é uma reserva equivalente a 6 meses de gastos mensais.
Quando eu comecei a trabalhar, eu achava que a rescisão era o suficiente para passar por uma demissão. Mas, quando a gente sai de um emprego sem muito planejamento, a rescisão vira o dinheiro que paga as dividas que a gente fez quando não sabia que o salário ia parar de entrar. Por isso, é interessante ter essa reserva.
A reserva de emergência também vai servir para emergências não relacionadas com o trabalho. Se você tem um gasto inesperado, como uma reforma, a compra de algum item importante ou o pagamento de uma conta mais alta do que o normal, ter a reserva de emergência vai te permitir usar o valor para resolver esse problema sem depender de empréstimos ou do uso de cartão de crédito.
Sempre que a minha reserva de emergência é usada, eu defino em quantos meses eu quero recompor ela. Com isso, eu defino quanto eu preciso separar de dinheiro por mês. Quando a minha reserva está com o valor total, eu não separo dinheiro para depositar nela.
O segundo passo foi me livrar das dívidas, mas não de todas. Eu tenho o financiamento do meu apartamento e a minha intenção é seguir amortizando ele com o meu FGTS, sem colocar muito dinheiro além do pagamento das próximas parcelas. Então eu foquei no meu maior dreno de dinheiro, que é o cartão de crédito.
Como mencionei, eu tinha muitas parcelas. Quando eu ia fazer uma compra com um valor alto, a minha solução era parcelar no maior número de vezes possível sem juros. Essa estratégia funcionava no início, mas quando uma parcela começa a ficar em cima da outra o valor da fatura passa e muito do limite que tinha estabelecido para gastos de cartão.
Eu assisti alguns vídeos no YouTube e ouvi muitos conselhos do meu marido antes de decidir finalmente mudar a minha relação com o cartão de crédito. A minha estratégia foi controlar os gastos por alguns meses para focar em adiantar as parcelas existentes e liquidar elas o mais rápido possível. Atualmente, eu uso o cartão apenas para compras à vista. Eu pensei em passar a usar somente pix, mas eu aproveito os pontos do cartão para ter desconto nas faturas seguintes.
Hoje em dia, quando penso em comprar alguma coisa, eu só faço a compra se eu tenho o dinheiro guardado para pagar à vista. Eu estou juntando dinheiro para gasto livre, como se fosse um salário para mim dentro do meu salário. Esse valor pode ser gasto sem problemas, porque eu só incluo dinheiro nessa reserva depois de ter pago todas as minhas contas e ter feito todos os meus investimentos. Se falta dinheiro para pagar algo, é dessa parte que eu desconto.
Às vezes, juntar dinheiro para comprar algo até me faz desistir da compra. Porque eu acabo tendo tempo para pensar melhor e avaliar se é algo que eu realmente quero e preciso ou se eu estou apenas sendo influenciada pela quantidade de propagandas totalmente exagerada a que sou exposta todos os dias.
O terceiro passo foi começar a pensar em objetivos. Juntar dinheiro por juntar pode nos levar a focar apenas em acumular, sem deixar espaço para aproveitar o agora. Digo isso porque identifiquei essa tendência em mim depois que mudei a minha relação com o dinheiro e pelos diversos depoimentos que leio no r/investimentos. E uma das dicas que mais funcionou para mim foi a de pensar em objetivos.
Por exemplo, eu tenho um cofrinho para viagens, porque todo ano eu penso em viajar e acabo não tendo dinheiro suficiente. E quando eu viajo, a gente passa o ano todo pagando parcela no cartão de crédito. A minha reserva de viagens tem uma meta de valor e de data, para juntar dinheiro nela de forma parecida com a que faço na reserva de emergência. A minha intenção é ter esse cofrinho com o valor atingido até o final do ano, para poder apenas escolher para onde vamos no verão e me recompensar por ter passado o ano inteiro economizando.
Como essa reserva tem um valor como meta, a partir do momento em que eu atinjo essa meta eu não preciso mais colocar dinheiro nela. Isso me ajuda a não ficar sempre pensando em guardar. Mas só funciona se, no momento de criar a reserva, eu dedicar um tempo para pensar e calcular um valor que faz sentido para o objetivo. Senão eu caio na armadilha de querer ficar recalculando o tempo todo a minha meta.
O quarto passo foi pensar em organizar e facilitar a gestão dos meus gastos. Geralmente, eu uso o meu décimo terceiro salário para pagar as contas de início de ano, como IPTU, IPVA, seguro e revisão do carro e imposto de renda. Pensando no quanto eu gostaria de poder aproveitar de forma diferente esse dinheiro no final do ano, eu abri mais um cofrinho para guardar dinheiro para essas contas.
Para definir o valor dessa reserva, eu somei o quanto eu gastei com cada uma dessas contas de início de ano nos anos anteriores e coloquei uma gordurinha. Todos mês, eu considero investir nesse cofrinho como uma conta que estou pagando no mês. Quando uma dessas contas surgir, eu preciso apenas sacar o dinheiro do cofrinho e pagar à vista. Assim, ainda vou seguir aproveitando os descontos. A minha intenção é manter a entrada mensal de dinheiro nessa reserva sempre que ela estiver abaixo do valor que calculei.
Em resumo:
Montei uma reserva de emergência
Zerei as parcelas do cartão de crédito
Criei reservas focadas em objetivos
Criei uma reserva para pagar contas anuais
Tudo o que compartilhei aqui está em cofrinhos, que rendem 100% do CDI e possuem liquidez diária. Esse último ponto é importante considerar se você deseja usar o dinheiro que guardou a qualquer momento.
Quando vejo o que tenho de investimentos, eu percebo que na verdade eu estou mais organizando do que investindo o meu dinheiro, porque não tenho nada de longo prazo e tudo tem um objetivo. Posso estar enganada nesse pensamento, mas me conforta saber que se algo acontecer, eu não preciso recorrer ao dinheiro que não é meu.
Com o passar do tempo, também fui percebendo o quanto esse planejamento torna guardar dinheiro muito mais fácil. Eu demorei para começar porque sempre pensei em guardar a maior parte do meu salário e no fim não guardava nada. Mas quando eu parei para fazer as contas do quanto seria suficiente para cada reserva, eu percebi que adicionar pelo menos R$ 50,00 por mês num cofrinho já faz uma grande diferença.
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Eu escrevi esse texto pensando em compartilhar a minha experiência com quem, assim como eu, sabe o quanto é importante ter uma reserva financeira, mas nunca consegue concretizar esse plano. Esse foi um ano em que coloquei recompor a minha reserva de emergência como um dos meus projetos e acabei expandindo para essa organização que compartilhei aqui. E estou percebendo que não é tão difícil assim, só faltava eu me comprometer com esse objetivo.
Olhando para trás, eu sei que poderia ter iniciado esse trabalho muito antes e ter tido mais tranquilidade no passado. Como não tenho como voltar no tempo, decidi focar em iniciar com o que tenho no momento e definir o que me deixaria tranquila a partir de agora.
Espero que ter compartilhado contigo sobre esse tema tenha sido útil e que te inspire a pensar mais no teu eu do futuro.
📖 Aprendizado contínuo
Seção com a minha rotina de aprendizado.
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🖥️ Alura
Dos cursos de prática, esse foi o que mais me desafiou. Como faz tempo que não trabalho com desenvolvimento, até uma função recursiva me fez pensar bastante para lembrar como funciona sem precisar consultar nenhum material.
🗓️ Planos de estudos
Fiquei doente na semana passada e não consegui manter o ritmo das semanas anteriores. Mas acho que o mínimo que eu conseguiria fazer foi feito.
A lista com todos os meus planos de estudos para 2025 pode ser encontrada aqui.
📄 Notas quinzenais
Uma curadoria sobre tudo o que chamou a atenção nos últimos dias. Por William Brendaw.
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Cartuns brasileiros e a tipografia
Um belíssimo Raio-X sobre como 3 mestres dos cartuns brasileiros nos ensinam sobre a arte de harmonizar a tipografia nas mensagens.
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A fantasia da tecnologia aconchegante
Da tendência de “jogos aconchegantes” a uma nova geração de companheiros de IA, nossos dispositivos estão tentando nos envolver em um casulo digital e físico.
Conteúdo em inglês.
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Por anos, smartphones e computadores ameaçaram acabar com a escrita à mão. Será que seria tão ruim assim não ter uma caneta à mão?
Conteúdo em inglês.
📚 Lista de leitura
Registro de todos os livros que li desde o último envio da newsletter. A lista completa de livros que prometi ler esse ano pode ser vista no post Lista de leitura 2026.
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O inimigo de Deus - Bernard Cornwell
O segundo livro da trilogia das crônicas de Artur consegue ser tão bom quanto o primeiro. Talvez até melhor. É um livro grande, mas eu sinto que li ele muito rápido. A história é muito envolvente, possui vários personagens interessantes e a forma como as coisas se desenrolam me deixa muito ansiosa para ler o próximo capítulo. Espero que o próximo livro feche essa trilogia com a mesma qualidade dos dois primeiros.
O Clube do Livro para Introvertidos é um clube do livro focado em não ficção e com leitura assíncrona. Por apenas R$ 5 mensais, você recebe o acompanhamento da leitura atual e tem acesso a todas as leituras anteriores.
💻 Últimos posts do blog
Seção onde envio as atualizações do blog, sempre no estilo slow blogging.
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Como eu fiquei doente, o blog teve apenas republicações da newsletter nas duas últimas semanas.
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Newsletter
Texto com os principais pontos da última leitura do Clube do Livro para Introvertidos.
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Quando iniciei a leitura do livro que intitula esse ponto, já percebi que seria uma ótima leitura para compartilhar.
Agora voltei para o momento de retomar os estudos e tentar recuperar o meu ritmo. Pelo menos, os dias estão ficando mais frios, o que ajuda a ficar em casa estudando.
Eu também estou vendo muitos vídeos do YouTube sobre os mais diversos temas. Além de ter sido bem interessante consumir conteúdo no formato de vídeos longos, eu tenho me inspirado bastante neles para os temas que eu trago aqui. Caso tenha alguma recomendação de canal, só responder o e-mail ou comentar na publicação. Estou bem interessada em expandir as fontes e os assuntos.
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Por hoje é isso, boa quinzena!
✉️ Edição anterior
🏞️ Trilha de Valor #128 - Currículo pessoal
Nesta edição, falei sobre como criar um currículo pessoal e iniciar uma rotina de estudos focados em assuntos que são do seu interesse pessoal.








Amei o post e vou ver o vídeo.
Considerando o tema relacionamento e a lista de dia ideal, eu só acrescentaria, um momento para interagir ou network.
Tanto no presencial quanto no home office, sinto a necessidade de trocar, pode ser perguntar como a pessoa está ou mandar um meme engraçado.
Ajuda no relacionamento e deixa o dia mais leve.